A Black Friday chegou ao Brasil em 2010 como um movimento 100% digital. O que começou com 50 mil consumidores e R$ 3 milhões em vendas hoje é uma das maiores datas do varejo, englobando e-commerce, lojas físicas, apps e serviços.
Quinze anos depois, o comportamento do consumidor mudou. Ele pesquisa, compara e decide com base em dados, e as marcas precisam acompanhar esse ritmo. A Black Friday deixou de ser apenas sobre descontos e passou a ser sobre estratégia, relevância e tecnologia.
IA como aceleradora de resultados
A LATAM Airlines mostrou o poder da inteligência artificial ao usar o Veo 3 para criar mais de 30 peças promocionais em quatro dias. O resultado: as buscas por passagens para o Chile cresceram 47%, e o custo por busca caiu 20%.
Já o Mercado Livre usou o AI Max para otimizar campanhas e personalizar anúncios em tempo real, alcançando +11% em volume bruto de mercadoria e +7% em rentabilidade.
A força do omnicanal
A MadeiraMadeira conectou vendas online e físicas com o Performance Max for Store Goals, vinculando cada transação em loja ao anúncio que originou a jornada. Isso gerou +6% de receita nas lojas físicas e +15% em ROAS, mostrando que integrar canais é essencial.
Dados como base de eficiência
A Esalq/Pecege usou a integração de dados offline e otimização via Google Ads para qualificar leads e reduzir custos. O resultado: +20% em leads qualificados e 82% no CPA médio.
Fonte:
Think with google – Guilherme Kok, Rodrigo Marchiori